Quarta-feira, Dezembro 22, 2010

uiaaaaaaaa, lembrei da senha!!!!


Terça-feira, Maio 05, 2009


15 ANOS SEM



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“Se tu me amas, ama-me baixinho

Não o grites de cima dos telhados

Deixa em paz os passarinhos

Deixa em paz a mim!

Se me queres, enfim,

tem de ser bem devagarinho, Amada,

que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…”


#beijo, me liga, MARIO QUINTANA, passarinho!



E pra dar um UP aqui no blog, é só ver aqui e aí embaixo.



UPDATE: E minha preferida não ganhou o BBB. Nunca mais assisto essa bosta (digo isto há 8 edições).
Cruzes, que assunto velho, caramba, mas nem ligo!





Terça-feira, Janeiro 20, 2009


REFORMA ORTOGRAFICA


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JAMAIS "TREMA" EM CIMA DA LINGUIÇA.


E dá licença que vou ali ver o BBB e me irritar com os "véios". Ô dupla sem graça, irritante ( UPDATE: mas como não sou de confiança - kkkkkkkkkkkkkkkk, não mesmo - e o que digo não se escreve, já comecei a achar um pouco de graça na véia, hoje, 21/01).

Beijos em todos!





Quarta-feira, Dezembro 24, 2008



SEMEANDO ESTRELAS



O "Semeador de Estrelas" é uma estátua que está em Kaunas, Lituânia.

Durante o dia pode até passar despercebida.
Um bronze a mais, herança da época soviética.


Mas quando a noite chega, a estátua justifica seu título.
Com a escuridão seu nome passa a fazer sentido.







Semear estrelas nos retornará luz.





Feliz Natal, Feliz 2009!




Segunda-feira, Dezembro 08, 2008



RUA DAS TULIPAS



"O que pode ser feito quando já se fez de tudo?

O que fazemos quando os sonhos são grandes demais?"


Aqui está a resposta!


Sem dúvida, o vídeo mais lindo que vi neste ano!




Ficha Técnica

Roteiro e Direção : Alê Camargo
Produção Executiva: Mario Lellis e Roger Burdino
Trilha Sonora: Charles Tôrres
Sound Design: Maurício Fonteles
Assistente de Som: Marco Rezende
Direção de Arte: Alê Camargo

Blog do filme.


UPDATE: Ontem disse que o vídeo acima foi o mais bonito que vi neste ano. Mas hoje recebi (da Biba, valeu, amiguinha!) este da Pixar e, sinceramente, agora não consigo decidir entre um e outro. AMBOS!

O que mais admiro é a capacidade (sapiência) que pessoas adquirem com a idade, de conseguir se divertir, rir, conviver consigo próprias.
Muitos dirão que esse vídeo causa solidão. Eu digo que não . À mim, pelo menos, causa alegria. Sensação de me bastar. E esta sensação, muitas vezes, é imprescindível na vida de qualquer um.







Sábado, Novembro 29, 2008


CACETE!!!


Começou a bendita fase!!!!!!!!





Jingle Bell Rock




E prá manter a tradição de anos: "DING O BEL" É O CACETE!!!





Quinta-feira, Novembro 13, 2008


IPOD


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Os primos da cidade foram passar o natal com os parentes do sítio. Um dia após o natal tava lá o primo da cidade esnobando com o primo caipira, o que tinha ganhado de presente.

O primo da cidade, querendo se mostrar, falou:
- Primo, viu o que eu ganhei de presente? Um ' Ipod '... Espetacular!!!...

O primo caipira retrucou:
- Bão primo, muito bão!!!... bão dimais!!!...

Aí o da cidade perguntou:
- E o que foi que você ganhou?
- Ganhei isso aí tamém, uai...
- Mas, quem te deu?...
- Minha prima... tua irmã...
- E de que marca era?
- Sei lá, primo. Nóis dois tava onti na cachuera nadano pelado... eu cheguei pur di trás dela e incostei...
Ela virou pra mim e falô: 'Aí Pode!' É bão dimaissssss, primo... agora, si tem marca, eu sei não, aqui nóis conheci como cu...

Enquanto um pensa (e posso apostar que tem gente que nem lhe passa pela cabeça o que seja um Ipod) que é fiofó a gente lê uma notícia como essa, de um Ipod banhado a ouro 18k, pelo precinho 14.000 Euros.

É muita sacanagem essa disparidade! E eu sou pobre mesmo.

Ta bão, mana, só vou pronunciar coisas positivas (sou rica, sou rica – puff), mas, puta que pariu, têm horas que não dá, né?!




Domingo, Outubro 19, 2008


CANÇÃO MÍNIMA
Cecília Meireles


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"No mistério do sem-fim

equilibra-se um planeta.

E, no planeta um jardim,

e, no jardim, um canteiro;

no canteiro uma violeta,

e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o sem-fim,

a asa de uma borboleta".


E aos poucos as pessoas estão voltando. Também eu...

Obrigada, gente!





Segunda-feira, Setembro 22, 2008


PRIMAVERA





Primavera

Cecília Meireles



A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome,

nem acredite no calendário, nem possua jardim para

recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras;

e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda

circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida

para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da

terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos

sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de

nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos

cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de

passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua

nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se

pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que

não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto

inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores,

alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro

raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as

árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os

humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com

vestidos bordados de flores, com os braços carregados de

flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não

se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as

festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia,

talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no

momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta

ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros,

com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por

acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que,

outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos

atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão

beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam

nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda

conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo

tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai

tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra.

Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo

enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam

com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser

lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao

que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera,

dona da vida — e efêmera.





"Suave begônia,
entre lírios e avencas,
vela minha insônia".
José de Castro



Terça-feira, Setembro 16, 2008

NO ESTÁS DEPRIMIDO, ESTÁS DISTRAÍDO
Facundo Cabral


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No estás deprimido, estás distraído, distraído de la vida que puebla.
Distraído de la vida que te rodea: delfines, bosques, mares, montañas, ríos.

No caigas en lo que cayó tu hermano, que sufre por un ser humano cuando en el mundo hay 5,600 millones.
Además no es tan malo vivir solo. Yo la paso bien, decidiendo a cada instante lo que quiero hacer, y gracias a la soledad me conozco, algo fundamental para vivir.

No caigas en lo que cayó tu padre, que se siente viejo porque tiene 70 años, olvidando que Moisés dirigía el éxodo a los 80 y Rubinstein interpretaba como nadie Chopin a los 90. Solo por citar dos casos conocidos.


No estás deprimido, estás distraído, por eso crees que perdiste algo, lo que es imposible, porque todo te fue dado.
No hiciste ni un solo pelo de tu cabeza por lo tanto no puedes ser dueño de nada.

Además, la vida no te quita cosas, te libera de cosas. Te aliviana para que vueles mas alto, para que alcances la plenitud.
De la cuna a la tumba es una escuela, por eso lo que llamas problemas son lecciones.

No perdiste a nadie, el que murió simplemente, se nos adelantó, porque para allá vamos todos. Además lo mejor de él, el amor, sigue en tu corazón.

Quién podría decir que Jesús está muerto?

No hay muerte: hay mudanza.

Y del otro lado te espera gente maravillosa: Gandhi, Michelangelo, Whitman, San Agustín, la Madre Teresa, tu abuela y mi madre, que creía que la pobreza está más cerca del amor, porque el dinero nos distrae con demasiadas cosas, y nos aleja por que nos hace desconfiados.

Haz sólo lo que amas y serás feliz, y el que hace lo que ama, está benditamente condenado al éxito, que llegará cuando deba llegar, porque lo que debe ser será, y llegará naturalmente.

No hagas nada por obligación ni por compromiso, sino por amor.
Entonces habrá plenitud, y en esa plenitud todo es posible.


Y sin esfuerzo porque te mueve la fuerza natural de la vida, la que me levantó cuando se cayó el avión con mi mujer y mi hija; la que me mantuvo vivo cuando los médicos me diagnosticaban 3 ó 4 meses de vida.

Dios te puso un ser humano a cargo, y eres tú mismo.
A ti debes hacerte libre y feliz, después podrás compartir la vida verdadera con los demás.


Recuerda a Jesús: "Amarás al prójimo como a ti mismo".

Reconcíliate contigo, ponte frente al espejo y piensa que esa criatura que estás viendo es obra de Dios; y decide ahora mismo ser feliz porque la felicidad es una adquisición.

Además, la felicidad no es un derecho sino un deber, porque si no eres feliz, estás amargando a todos los que te aman.
Un solo hombre que no tuvo ni talento ni valor para vivir, mandó a matar seis millones de hermanos judíos.

Hay tantas cosas para gozar y nuestro paso por la tierra es tan corto, que sufrir es una pérdida de tiempo.
Tenemos para gozar la nieve del invierno y las flores de la primavera, el chocolate de la Perugia, la baguette francesa, los tacos mexicanos, el vino chileno, los mares y los ríos, el fútbol de los brasileiros, Las Mil y Una Noches, la Divina Comedia, el Quijote, el Pedro Páramo, los boleros de Manzanero y las poesías de Whitman, Mahler, Mozart, Chopin, Bethoven, Caravaggio, Rembrant, Velásquez, Picasso y Tamayo entre tantas maravillas.

Y si tienes cáncer o sida, pueden pasar dos cosas y las dos son buenas; si te gana, te libera del cuerpo que es tan molesto: tengo hambre, tengo frío, tengo sueño, tengo ganas, tengo razón, tengo dudas....y si le ganas, serás humilde, más agradecido, por lo tanto fácilmente feliz. Libre del tremendo peso de la culpa, la responsabilidad, y la vanidad, dispuesto a vivir cada instante profundamente como debe ser.

No estás deprimido, estás desocupado.
Ayuda al niño que te necesita, ese niño será socio de tu hijo.
Ayuda a los viejos, y los jóvenes te ayudarán cuando lo seas.


Además, el servicio es una felicidad segura, como gozar a la naturaleza y cuidarla para el que vendrá. Da sin medida y te darán sin medidas.

Ama hasta convertirte en lo amado, más aún hasta convertirte en el mismísimo amor.
Y que no te confundan unos pocos homicidas y suicidas, el bien es mayoría pero no se nota porque es silencioso, una bomba hace más ruido que una caricia, pero por cada bomba que le destruya hay millones de caricias que alimenta a la vida.





Domingo, Julho 27, 2008

NÓS



Morgan Library - NY


Wagner Borges, do livro "Falando de Espiritualidade" - Editora Pensamento

O Universo é uma imensa livraria. A Terra é apenas uma de suas estantes. Somos os livros colocados nela. Da mesma maneira que as pessoas compram livros, apenas pela beleza da capa, sem pesquisarem o índice e conteúdo do mesmo, muitas pessoas avaliam os outros pela aparência externa, pela capa física, sem considerarem a parte interna.

Outras procuram livros com títulos bombásticos, sensacionalistas histórias de terror ou romances profundos. Também é assim com as pessoas: há aquelas que buscam sensacionalismos baratos, dramas alheios ou apenas um romance. Somos homens-livros lendo uns aos outros. Podemos ficar só na capa ou aprofundarmos nossa leitura até as páginas vivas do coração.

A capa pode ser interessante, mas é no conteúdo que brilha a essência do texto. O corpo pode ter uma bela plástica, mas é o espírito que dá brilho aos olhos. Também podemos ler nas páginas experientes da vida, muitos textos de sabedoria. Depende do que estamos buscando na estante. Podemos ver em cada homem-livro um texto-espírito impresso nas linhas do corpo. Deus colocou sua assinatura divina ali, nas páginas do coração, mas só quem lê o interior descobre isso.

Só quem vence a ilusão da capa e mergulha nas páginas da vida íntima de alguém, descobre seu real valor, humano e espiritual
. Que todos nós possamos ser bons leitores conscientes. Que nas páginas de nossos corações, possamos ler uma história de amor profundo. Que em nossos espíritos possamos ler uma história imortal. E que, sendo homens-livros, nós possamos ser leitura interessante e criativa nas várias estantes da livraria-universo.

A capa amassa e as folhas podem rasgar. Mas, ninguém amassa ou rasga as idéias e sentimentos de uma consciência imortal. O que não foi bem escrito em uma vida, poderá ser bem escrito mais à frente, em uma próxima existência ou além. Mas, com toda certeza, será publicado pela editora da vida, na estante terrestre... ou em qualquer outra estante por aí.

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MÃE:

Ontem fez um mês.
Tinha prometido à mim mesma, não voltar aqui até que toda a saudade da senhora, do Luizinho e da Manjeca diminuísse. A saudade faz com que a gente perca muito da alegria de viver.

Mas o problema é que sei que nunca passará. Sei também que em algum momento, talvez fique mais branda, cheia de doces recordações, mas por enquanto, dói prá cacete.
Só que escrever aqui (como não gosto de falar de coisas tristes) faz bem, alivia!

Ontem, dentro daquela bolsa, encontrei um monte de cartinhas, de bilhetinhos (meus e dos meus irmãos) escritos há anos e anos atrás. Quando éramos pequenos.
Por quantos e quantos anos a senhora os guardou, Jesus!?!

Imediatamente, essa música veio e continua tocando na minha cabeça.



Acho que de uma maneira ou de outra, a senhora está conversando comigo, seja lá onde estiver e dizendo que está tudo bem.


"Eu vivo a vida cantando, ai Lili, ai Lili, ai lou
Por isso sempre contente estou, o que passou, passou
O mundo gira depressa, e nessas voltas eu vou
Cantando a canção tão feliz que diz
Ai Lili, ai Lili, ai lou
Por isso é que sempre contente estou
Ai Lili, ai Lili, ai lou"


Um beijo, MÃE.
Vou começar a cantar e deixar essa tristeza de lado, juro!





Domingo, Julho 20, 2008

JABUTICABAS
Ricardo Godim



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(Este texto já foi colocado aqui, no passado. Não lembro exatamente quando, mas que foi, foi!)


"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalômanos. Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.


Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente ser feliz.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

O essencial faz a vida valer a pena !

Basta o essencial !"

Saudade daqui... Mas isto é bom. Horrível é não ter de que e de quem sentir SAUDADE!



Quinta-feira, Setembro 06, 2007


VIDA CHATA






2º vídeo do VideoLog UOL e o 1º do dabliú iutubiúúúú.



A cada dia que passa, mais me convenço que lá "do lado de lá" tá bem mais divertido do q aqui "do ladicá"!

E nem tô sendo piegas. A vida é piegas!

Beijunda saudosa, mas completamente "SEM SACO"!!!

FUI!


APIDEITE: Alguma boa alma sabe como tirar essa bosta de propaganda do Mercado não sei das quantas dali de cima do meu template?
Caceta, vai fazer propaganda no blog da "vó", porra!


APIILEVANTE: Aqui tá chato? Tá mesmo! Então vá conhecer o blog novo da Banana mais querida do mundo bloguístico!

E sim, há VIDA INTERESSANTE no planeta!

FUI! De novo!!!




Domingo, Julho 01, 2007

AMAZÔNIA


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CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.

Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.

Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.


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Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.

Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:

"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"

Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!

É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.

SOMOS UM POVO DA FLORESTA!




Posso até ficar por um tempo meio quieta, mas cega, surda e muda (e sem dedos para digitar), JAMAIS!!!



Por favor, ASSINEM.




Segunda-feira, Maio 14, 2007


OLHAR COM OLHOS DE VER


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Tradução:
Uma flor que cai -
Ao vê-la tornar ao galho,
Uma borboleta!

Arakida Moritake (1473-1549)


"Este haicai tem dois kigos referentes à primavera: flor caída e borboleta. Entretanto, como, dentro dos versos, apenas a palavra borboleta tem existência real, é ela que caracteriza a estação do poema. Nele, uma flor (provavelmente de cerejeira) desprende-se do galho e desce placidamente em direção ao chão, até que, talvez soprada pelo vento, passa a subir e, inesperadamente, volta ao mesmo galho de onde saiu. Observando melhor, descobre-se que se trata, na verdade, de uma borboleta."
Fonte: Jornal Nippo-Brasil - História do Haicai



Que possamos, tal qual o poeta, olhar com olhos de ver!
E mais que isso, sentirmos o que vemos.